
2009/01/14
Garibaldi e Tião Viana reafirmam candidaturas à Presidência e dizem que vão "até o fim"
Os senadores Garibaldi Alves (PMDB-RN) e Tião Viana (PT-AC) reafirmaram em entrevista à imprensa, lado a lado, no final da tarde desta terça-feira (13), que são candidatos à presidência do Senado, não pretendem se retirar da disputa e irão "até o fim". Eles fizeram a declaração após a imprensa noticiar que o senador José Sarney (PMDB-AP) estaria disposto a lançar seu nome na disputa, desde que haja apoio dos partidos. Garibaldi e Tião almoçaram juntos nessa terça-feira.
- Somos candidatos e vamos até o fim do processo eleitoral. Não vai prevalecer nenhuma manobra. Confiamos em nossos partidos, que nos indicaram - sustentou Garibaldi.
- Minha candidatura é definitiva - completou Tião Viana, depois de interrogado se aceitaria retirar sua candidatura em troca do cargo de ministro do governo Luiz Inácio Lula da Silva. Ele frisou que não está "à procura de emprego".
Garibaldi Alves comentou a repercussão da mídia diante das declarações dadas por ele nessa segunda-feira, quando sustentou sua disposição em concorrer à Presidência, mas observou que não poderia fazê-lo se não contasse com o apoio de seu partido. Ele ponderou, porém, que não admitia, dessa forma, retirar sua candidatura, conforme foi noticiado.
- Garibaldi admite nada. É claro que só quem pode retirar minha candidatura é o partido. Mas eu não estou devolvendo a indicação. Não vou agora retirar minha candidatura e colocá-la nas mãos do meu partido - disse.
Questionado se manteria candidatura avulsa caso o PMDB retirasse a indicação, o presidente do Senado observou que "a pior coisa do mundo é candidato sem voto".
Tião Viana, por sua vez, ponderou que sua candidatura agora tem o apoio de cinco partidos da base do governo. Interrogado a respeito da afirmação da líder do PT no Senado, Ideli Salvatti (SC), a qual disse que o partido poderia recorrer à Justiça contra a candidatura de Garibaldi, Viana sustentou que não tem interesse em "dúvida jurídica" e que "essa é uma questão de terceiros".
Garibaldi apresentou ao seu partido pareceres de juristas que concordam com a sua candidatura, mesmo sendo proibida pelo regimento do Senado uma reeleição na mesma legislatura (quatro anos). Os pareceres observam que Garibaldi foi eleito apenas para um mandato-tampão, após a renúncia do então presidente Renan Calheiros (PMDB-AL), e, portanto, a regra não se aplicaria ao seu caso.
Antes da entrevista, Garibaldi encontrou-se com o senador Renan Calheiros (PMDB-AL), o qual, conforme relato do próprio Garibaldi, informou que pretende disputar a liderança do seu partido no Senado e, para isso, já contaria com os votos necessários. Garibaldi disse ainda não ter ouvido de Renan qualquer ressalva à sua indicação em favor do senador José Sarney.
Eli Teixeira / Agência Senado(Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)
- Somos candidatos e vamos até o fim do processo eleitoral. Não vai prevalecer nenhuma manobra. Confiamos em nossos partidos, que nos indicaram - sustentou Garibaldi.
- Minha candidatura é definitiva - completou Tião Viana, depois de interrogado se aceitaria retirar sua candidatura em troca do cargo de ministro do governo Luiz Inácio Lula da Silva. Ele frisou que não está "à procura de emprego".
Garibaldi Alves comentou a repercussão da mídia diante das declarações dadas por ele nessa segunda-feira, quando sustentou sua disposição em concorrer à Presidência, mas observou que não poderia fazê-lo se não contasse com o apoio de seu partido. Ele ponderou, porém, que não admitia, dessa forma, retirar sua candidatura, conforme foi noticiado.
- Garibaldi admite nada. É claro que só quem pode retirar minha candidatura é o partido. Mas eu não estou devolvendo a indicação. Não vou agora retirar minha candidatura e colocá-la nas mãos do meu partido - disse.
Questionado se manteria candidatura avulsa caso o PMDB retirasse a indicação, o presidente do Senado observou que "a pior coisa do mundo é candidato sem voto".
Tião Viana, por sua vez, ponderou que sua candidatura agora tem o apoio de cinco partidos da base do governo. Interrogado a respeito da afirmação da líder do PT no Senado, Ideli Salvatti (SC), a qual disse que o partido poderia recorrer à Justiça contra a candidatura de Garibaldi, Viana sustentou que não tem interesse em "dúvida jurídica" e que "essa é uma questão de terceiros".
Garibaldi apresentou ao seu partido pareceres de juristas que concordam com a sua candidatura, mesmo sendo proibida pelo regimento do Senado uma reeleição na mesma legislatura (quatro anos). Os pareceres observam que Garibaldi foi eleito apenas para um mandato-tampão, após a renúncia do então presidente Renan Calheiros (PMDB-AL), e, portanto, a regra não se aplicaria ao seu caso.
Antes da entrevista, Garibaldi encontrou-se com o senador Renan Calheiros (PMDB-AL), o qual, conforme relato do próprio Garibaldi, informou que pretende disputar a liderança do seu partido no Senado e, para isso, já contaria com os votos necessários. Garibaldi disse ainda não ter ouvido de Renan qualquer ressalva à sua indicação em favor do senador José Sarney.
Eli Teixeira / Agência Senado(Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)
P. Seguro: Morte na praia; Mulher cai de pára-queda
P. Seguro: Morte na praia; Mulher cai de pára-queda
Hugo Santos Hugo Santos, 13/01/2009 às 20h01 Enviar Comentários (4)
O esporte é comum em Porto Seguro(Foto: Arquivo)PORTO SEGURO - O desejo da funcionária pública federal Volúsia Martins Guimarães, 50 anos, moradora de Belo Horizonte, em experimentar a sensação de voar, proporcionada por um esporte radical, durou apenas alguns minutos e lhe custou a vida.Ela morreu na tarde desta segunda-feira (12), em alto mar, após acidente enquanto praticava o esporte paraseil (pára-queda puxado por uma lancha) em Porto Seguro.Volúsia caiu de uma altura de 50 metros quando o cinto de segurança do pára-quedas ligado ao barco partiu nas imediações da praia de Taperapoã, orla norte.O sobrinho dela, Mateus Guimarães, de 26 anos, informou que no momento do acidente estavam na lancha as duas filhas de Volúsia, de 13 e 16 anos, o namorado e a enteada dela. Os quatro assistiram ao acidente.A vítima caiu de costas, fraturou a coluna, quebrou o pescoço e estourou os pulmões. Ela chegou a ser socorrida por dois bombeiros que estavam na praia e por uma equipe do Samu, mas não resistiu aos ferimentos.Segundo o laudo, a funcionária pública morreu de anemia aguda, traumatismo toráxico abdominal fechado, politraumatismo e precipitação.O condutor e dono da embarcação “pequena sereia”, Clemente Morais Souza, foi preso e irá responder por homicídio culposo, em que não há intenção de matar.Segundo a delegada Teronite Bezerra, da Delegacia Especializada de Proteção ao Turista, que investiga o episódio, ele tinha autorização da marinha para o barco, porém, o pára-quedas não foi fiscalizado por nenhum órgão.O piloto da lancha e os três tripulantes da embarcação, ainda segundo a delegada, estão foragidos. O barco e o pára-quedas foram apreendidos pela marinha.Conforme Mateus, a tia, que trabalhava no Tribunal Regional Eleitoral (TRE/MG), estava em férias com as filhas. O corpo dela já foi liberado para ser
cremado em Belo horizonte
informações radar 64
Hugo Santos Hugo Santos, 13/01/2009 às 20h01 Enviar Comentários (4)
O esporte é comum em Porto Seguro(Foto: Arquivo)PORTO SEGURO - O desejo da funcionária pública federal Volúsia Martins Guimarães, 50 anos, moradora de Belo Horizonte, em experimentar a sensação de voar, proporcionada por um esporte radical, durou apenas alguns minutos e lhe custou a vida.Ela morreu na tarde desta segunda-feira (12), em alto mar, após acidente enquanto praticava o esporte paraseil (pára-queda puxado por uma lancha) em Porto Seguro.Volúsia caiu de uma altura de 50 metros quando o cinto de segurança do pára-quedas ligado ao barco partiu nas imediações da praia de Taperapoã, orla norte.O sobrinho dela, Mateus Guimarães, de 26 anos, informou que no momento do acidente estavam na lancha as duas filhas de Volúsia, de 13 e 16 anos, o namorado e a enteada dela. Os quatro assistiram ao acidente.A vítima caiu de costas, fraturou a coluna, quebrou o pescoço e estourou os pulmões. Ela chegou a ser socorrida por dois bombeiros que estavam na praia e por uma equipe do Samu, mas não resistiu aos ferimentos.Segundo o laudo, a funcionária pública morreu de anemia aguda, traumatismo toráxico abdominal fechado, politraumatismo e precipitação.O condutor e dono da embarcação “pequena sereia”, Clemente Morais Souza, foi preso e irá responder por homicídio culposo, em que não há intenção de matar.Segundo a delegada Teronite Bezerra, da Delegacia Especializada de Proteção ao Turista, que investiga o episódio, ele tinha autorização da marinha para o barco, porém, o pára-quedas não foi fiscalizado por nenhum órgão.O piloto da lancha e os três tripulantes da embarcação, ainda segundo a delegada, estão foragidos. O barco e o pára-quedas foram apreendidos pela marinha.Conforme Mateus, a tia, que trabalhava no Tribunal Regional Eleitoral (TRE/MG), estava em férias com as filhas. O corpo dela já foi liberado para ser
cremado em Belo horizonte
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