blog-Sandro Dias-radialista

2010/09/29

Não desistir jamais

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Você já pensou em abandonar algum compromisso, alguma atividade antes de acabá-la, só porque estava difícil demais?

Já se viu desistindo de resolver um grande problema, porque ele se mostrou maior do que você estava disposto a solucionar?

Talvez muitos de nós já tenhamos passado por alguma dessas situações. O de desistir de algo, de algum intento, de algo previamente planejado.

Algumas vezes o motivo é o cansaço, outros o desestímulo, ainda pode ser a falta de perspectiva... Seja qual for a causa, o resultado é sempre o mesmo: tarefa inacabada, tarefa adiada.

Nosso livre-arbítrio nos permite tal ação, mas a resposta da vida será sempre a mesma: em algum momento, nos encontraremos novamente com o compromisso, a fim de concluí-lo.

Quanto mais importante for o compromisso adiado, mais tormentos e dificuldades, e mais energia vai-nos exigir para a sua continuidade.

Será sempre mais trabalhoso retomar o compromisso mais tarde pois, ao abandoná-lo, ele não se extingue, apenas continua lá, do mesmo tamanho e tão desafiador como sempre.

Desses compromissos que, algumas vezes pensamos em adiar, abandonar, fugir, sem dúvida, o maior deles é a própria vida.

Você já se deu conta de que viver é um grande compromisso de nós para conosco mesmo e para com Deus?

Ninguém vive por acaso, por obra do acaso e de maneira aleatória.

A vida de cada um de nós é experiência de extrema importância em nossa história de Espíritos imortais.

A cada vida, um planejamento, uma programação, sob a tutela e os cuidados da Providência Divina, para que tudo ocorra da melhor maneira possível.

Dessa forma, é natural que, para nossa vida, também estejam programados embates, desafios, alguns dissabores... São os resultados do ontem refletindo no hoje.

Mas todas as experiências que a vida nos oportuniza são para aprendizado, nada ao acaso, nada tempo perdido.

Por isso, evadir-se da vida pelo caminho infeliz do suicídio é opção insensata dos que imaginamos que todos os nossos problemas se solucionarão ao darmos as costas para eles.

Os problemas não só continuarão, como estarão aguardando nossas ações para sua solução, em momento oportuno.

É ilusão imaginar que a morte irá trazer a solução dos problemas. Pelos caminhos tristes do suicídio, ela nos trará apenas a decepção para quem se iludiu, imaginando que a vida acaba com a morte do corpo, esquecendo-se que a alma permanece.

Os nossos problemas são os mais adequados para a nossa estrutura emocional e para nossas capacidades.

Ninguém no mundo está abandonado. Deus, como Pai amantíssimo, cuida de cada um de nós, com um desvelo que poucas vezes nos damos conta.

* * *

Se algum dia tal ideia infeliz lhe passou pela cabeça, liberte-se dessa infame ilusão, pois que, por esses caminhos, a morte nada lhe trará a não ser a certeza de que tudo o que você quer abandonar hoje, terá que ser retomado mais tarde, sob a injunção de maiores dificuldades e dores.

Sem dúvida, o dia de hoje, o momento atual, é o mais adequado, favorável e feliz para a solução dos seus problemas.


Autor:
Redação do Momento Espírita.

Não e tão simples assim

E muito fácil administrar um município na época de campanha eleitoral, o candidato promete ser o Salvador da pátria, ele pode tudo vai resolver qualquer problema.
Uma certa vez estava indo para uma cidade vizinha com um cidadão que hoje e prefeito de uma hospitaleira cidade do extremo sul baiano, ele me dizia que ser prefeito era algo muito simples,que dinheiro vinha pra tudo.
Hoje na pratica esse cidadão esta sentindo na pele que as coisas não são bem assim,no município que ele administra ja se encontra servidores com salários atrasados, e vemos que ele não sabe que que caminho tomar, o que parecia tão simples se tornou um grande problema,como diz um velho ditado popular quanto maior e o cargo maior e o tamanho da responsabilidade.

2010/09/23

crack o mal de uma geração


O crescimento assustador do crack em Itabela e algo que deixa qualquer cidadão preocupado e impotente diante da situação; a maioria da população acredita que aumentando o efetivo de policiais seja a principal solução, claro que e preciso que a policia atue contra o trafico de uma maneira dura e eficiente, mais e preciso fazer um trabalho voltado para que os jovem não entre no vicio, atraves de politica social geração de renda criar alternativa para que esse jovem não se perda nesse caminho sem volta. E preciso que as autoridades voltem a atenção principalmente nos bairros periféricos onde os jovens dessas localidades são as principais vitimas do trafico, é preciso levar esporte, inclusão digital a essa população alternativas para que não perdemos os nossos jovens para o crack.

2010/08/16

lady gaga alejandro

2010/07/12

luan santana


Pode não ter sido o primeiro disco a ter feito sucesso no meio, mas foi o CD/DVD que mostrou Luan Santana para o país todo. Encabeçado por "Meteoro", o trabalho também emplacou "Você não sabe o que é amor" e vem colocando "Sinais" nas listas de mais tocadas.

As vendas desse disco não superaram ainda as 200 mil cópias, e isso mostra muito bem como uma geração vem crescendo sem nenhum costume de comprar CD. Nem todo o fanatismo que existe em volta do cantor consegue mexer nesse cenário. Não por acaso, ele é um dos nomes mais baixado na internet.

Quanto ao DVD, no entanto, os números são bons: próximo aos 70 mil vendidos.


Por André Piunti às 11h17

2010/04/22

RÁDIO DIGITAL Modelo é ruim para pequenas emissoras

Quais são os modelos de rádio digital em teste no Brasil? O que eles podem oferecer? Quais as vantagens e desvantagens de cada um deles? O que a sociedade deve exigir? Essas foram algumas das questões levantadas pelo engenheiro e pesquisador do CPqD Takashi Tome, na terça-feira (13/4), no III Seminário de Legislação e Direito à Comunicação, promovido pela Associação Mundial de Rádios Comunitárias (Amarc). Para ele, os padrões avaliados atualmente (HD Radio/Iboc e DRM) no país podem dificultar a existência das pequenas emissoras. O seminário encerrou-se na quinta-feira (15) e reuniu radialistas comunitários, acadêmicos e movimentos sociais com o objetivo de discutir um modelo de comunicação que garanta a democratização e o acesso aos meios.

O rádio digital, neste contexto, não poderia estar fora da pauta, principalmente após o anúncio da Portaria 290/2010, que institui o Sistema Brasileiro de Rádio Digital (SBRD). O documento aprovado pelo governo recebeu várias críticas e não esclareceu as dúvidas da sociedade. Uma delas diz respeito a falta de clareza sobre o modelo a ser adotado. Desde o início dos testes, o HD Radio/Iboc, modelo da empresa estadunidense Ibiquity e o DRM (Digital Radio Mondiale), utilizado em alguns países da Europa, na Índia e na Rússia, tem dividido as opiniões e posições de empresas e setores da sociedade civil.

Para Takashi Tome é difícil falar em um modelo ideal. "Não podemos defender um sistema ou outro. Devemos agora colocar as nossas demandas e desejos e exigir que sejam atendidos", diz. Ele explica que o HD Radio/Iboc possui desvantagens em relação à repartição do espectro. A digitalização de um sinal analógico acarretaria um aumento do espaço ocupado por ele. Quando atua em ondas em FM, ocorre uma duplicação do espaço antes ocupado. Para ondas AM e OM, a transição fica mais complicada, já que o espaço é triplicado e isso faz com que ondas "vizinhas" não consigam se digitalizar. A escolha pelo padrão estadunidense seria vantajoso para as grandes emissoras, que garantiriam um maior espaço de atuação.

Por sua vez o DRM, ocupa menos espaço na digitalização, ocorrendo até mesmo uma redução do espaço ocupado no espectro quando se trata de ondas em FM. No caso das AM, o espaço é mantido. Uma vantagem seria uma maior quantidade de emissoras, uma vez que haveria mais lugar no espectro. No entanto, mais uma vez, o modelo não é satisfatório para pequenas emissoras comerciais ou rádios comunitárias que, por possuírem baixa frequência, se tornariam inaudíveis com um espaço reduzido. Outro fator excludente para rádios de menor porte é o custo da digitalização, que varia entre US$ 35 mil e US$ 90 mil, considerados os dois modelos. "Por isso, não vejo na digitalização nenhuma vantagem para a democratização", afirma Tome.

Comunitárias

Compartilhando dessa opinião, Cláudia Neves, radialista comunitária da Heliópolis, em São Paulo, acredita que a digitalização das rádios em nada vai beneficiá-los: "O nosso sinal ficaria péssimo se digitalizado e as grandes emissoras ainda aumentariam o delas". Cláudia foi ao seminário se informar. Ela diz que, em São Paulo, as rádios comunitárias estão fragilizadas pelas dificuldades de sobrevivência, mas que pretendem se mobilizar para o tema da digitalização.

O mesmo ocorre no Pará. O também radialista Antônio Marques fala sobre as condições de sua emissora, em Tucuruí. Os problemas, comuns as rádios comunitárias como um todo, começam com a lei e o decreto que regulamentam essas emissoras (Lei 9.612/ 98). O alcance máximo permitido, de 1 quilômetro de raio, não é suficiente para atender as demandas da comunidades. "A discussão ainda é medíocre e quase não existe", diz ele referindo-se ao seu estado.

Para o professor da Faculdade de Comunicação da UnB Fernando Paulino "deve haver, a partir de agora, uma maior preocupação e mais debates em torno do aumento no número de canais, com o alcance de sinais e com o acesso de rádios públicas e comunitárias. O território brasileiro é muito grande e existe um grande número de rádios comunitárias. Elas devem ser consideradas".

Takashi Tome assume que um modelo adequado seria um desenvolvido para o Brasil, levando em conta as nossas necessidades específicas. Mas, infelizmente, isso esbarraria em um grande obstáculo: "Falta de massa crítica", constata. Ele explica que aqueles que seriam capazes de desenvolver o sistema estão envolvidos com a TV Digital. "Precisamos então ser realistas", diz. Segundo Tome, a solução é que a sociedade trace claros objetivos para uma rádio digital e que faça disso uma exigência. Ele menciona alguns objetivos que devem ser buscados: melhor qualidade de som, interatividade, maior número de emissoras e pouca interferência

Por Mariana Tokarnia